Rádio Rhema Online

domingo, 21 de agosto de 2016

ATÉ DO OLIMPO ELE É SENHOR!

Michael Phelps, maior medalhista de ouro da história das Olimpíadas.
Há quem diga por aí - é claro, não sem o dedinho (sic) da imprensa - que esta foi a mais "gay" de todas na história das Olimpíadas.
No entanto, o que meus olhos viram e meus ouvidos ouviram (no limite do possível) foi um sem número de atletas (de Phelps a Weverton), dos mais diferentes países, e das mais diferentes modalidades, agradecendo a Deus e atribuindo a Cristo as glórias e os méritos por seus feitos.
E, a despeito da insistência de alguns repórteres e comentaristas "globais" em querer fazer desvirtuar as firmes declarações dos atletas, elas se fizeram ecoar mundo a fora através dos repetidos gestos, das palavras "mudas" (captadas em slow motion) e das confissões públicas e desconcertantes (sic) de FÉ em DEUS e no Seu CRISTO.
É! Nunca antes na história das Olimpíadas (antigas ou modernas) se ouviu tanto a frase: "Antes de mais nada, toda Honra e toda Glória seja dada ao Senhor Jesus!"... E eles estão certíssimos: antes de mais nada (sic), Ele É!

Prossigo para o Alvo... Fp.3.14


ATÉ DO OLIMPO ELE É SENHOR!

Michael Phelps, maior medalhista de ouro da história das Olimpíadas.
Há quem diga por aí - é claro, não sem o dedinho (sic) da imprensa - que esta foi a mais "gay" de toda a história das Olimpíadas.
No entanto, o que meus olhos viram e meus ouvidos ouviram (no limite do possível) foi um sem números de atletas (de Phelps a Weverton), dos mais diferentes países, e das mais diferentes modalidades, agradecendo a Deus e atribuindo a Cristo as glórias e os méritos por seus feitos.
E, a despeito da insistência de alguns repórteres e comentaristas "globais" em querer fazer desvirtuar as firmes declarações dos atletas, elas se fizeram ecoar mundo a fora através dos repetidos gestos, das palavras "mudas" (captadas em slow motion) e das confissões públicas e desconcertantes (sic) de FÉ em DEUS e no Seu CRISTO.
É! Nunca antes na história das Olimpíadas (antigas ou modernas) se ouviu tanto a frase: "Antes de mais nada, toda Honra e toda Glória seja dada ao Senhor Jesus!"... E eles estão certíssimos: antes de mais nada (sic), Ele É!

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sexta-feira, 12 de agosto de 2016

A NATUREZA DA GLOSSOLALIA NA IGREJA DE CORINTO: POSSÍVEIS OPÇÕES


Por Vern Poythress*
A discussão exegética da natureza do falar em línguas em Corinto tem sido por vezes dificultada pela insuficiente clareza sobre as opções disponíveis. Por exemplo, o artigo de Robert H. Gundry em J.T.S. limita-nos a duas opções: “expressão oral estática” ou “a capacidade miraculosa dada ao falante para se falar uma língua estranha.”[i] Mas, o rótulo “expressão oral estática” descreve o estado psicológico do falante, enquanto que a descrição em termos de “uma língua estranha ao falante” trata da classificação científica da vocalização (o produto da fala). É como misturar alhos com bugalhos, laranjas com maçãs. Para uma discussão mais clara, necessitamos distinguir, pelo menos, cinco diferentes parâmetros de classificação.[ii] (1) Qual era o estado psicológico do falante no momento da elocução? (2) Quanto o falante “entendeu do que estava falando,” quer naquele momento, quer posteriormente? (3) Como os ouvintes Coríntios compreenderam o que foi proferido? (4) Qual é a classificação do produto da fala em termos científicos modernos? (5) Como o Apóstolo Paulo classificou, linguisticamente, tais expressões? Discutirei essas questões uma por uma.[iii]
QUAL ERA O ESTADO PSICOLÓGICO DO FALANTE NO MOMENTO DA ELOCUÇÃO VERBAL?
As alternativas são:
a) consciência normal de vigília e;
b) estado alterado de consciência. O estado alterado de consciência pode se dar de muitas formas, tais como sonolência, embriaguez, alto êxtase emocional e auto-hipnose.[iv]
Como posto por Cyril G. Williams, “êxtase é um termo muito vago para se aplicar, a menos que seja abundantemente qualificado para deixar claro que há muitos graus deste, que vão desde dissociação leve até um extremo arrebatamento incontrolável.”[v] 1ªCo. 14.28 é, de fato, uma indicação de que, ao menos ordinariamente, o estado de consciência não se alterou tão severamente que o falante tenha perdido todo o “autocontrole.”[vi]Mas, apesar disso, é psicologicamente improvável que nenhum Coríntio falante de línguas estranhas estivesse emocionalmente estimulado. O estado de consciência destes pode ter variado do normal para algum tipo de arrebatamento emocional. Uma vez que, diferentes falantes de línguas em Corinto estavam em diferente configuração psicológica, não há razão para que eles não pudessem diferir quando falavam em línguas. Os dados em 1ª Coríntios não nos permitem falar mais restritivamente.
QUANTO O FALANTE ENTENDEU DAQUILO QUE ESTAVA SENDO FALADO?
As alternativas são:
a) ele entendeu completamente, tão completamente quanto aquele que fala em sua língua nativa;
b) entendeu parcialmente, quer pelo contexto geral ou pela identificação de palavras ou de fragmentos de expressões aqui e ali;
c) ele não entendeu tudo. No caso de um falante de língua estranha sem o dom de interpretação, 1ªCo. 14.14 parece colocar as coisas na categoria “C”, embora um pouco de “B” não deve ser dogmaticamente excluído.[vii] Se o falante fosse, também, um intérprete, ele presumivelmente cairia na categoria “A”.
Em teoria, uma interpretação poderia ocorrer de pelo menos duas formas: 1) Ao intérprete poderia ser dado algo como um domínio da linguagem própria do falante nativo da elocução, e consequentemente, estar hábil para dar o significado dos fonemas, palavras, frases, e construção sintática, tão bem quanto dos enunciados completos. 2) Ao intérprete poderia ser dada a interpretação “desvendada,” sem que ele tenha conhecimento profundo da língua. Este último método é o que supostamente ocorre nos círculos carismáticos modernos. De qualquer forma, línguas “puras”, sem interpretação, não eram inteligíveis ao falante.
COMO OS OUVINTES CORÍNTIOS COMPREENDERAM O QUE ESTAVA SENDO PROFERIDO?
Naturalmente, eles entenderam como uma manifestação do Espírito. Mas, o que eles compreenderam em termos linguísticos? As principais alternativas são: a) sons desconexos, interjeições, e qualquer outra coisa que não pudesse ser confundida com uma linguagem humana; b) uma sequência de sons conexos que lhes parecia aos ouvidos uma linguagem humana que eles não conheciam; c) expressões em um idioma que eles não conheciam (Grego, Latim ou algum idioma menor). Como demonstrou Gundry, o uso da glōssalaleō e legō (1ª Co. 14.16), e o paralelo com Atos 2 tendem a excluir a opção “A”[viii]. Isso separa o fenômeno de Corinto de uma boa parte dos fenômenos místicos e de êxtase nas religiões helênicas. Além disso, 1ªCo. 14.28 e 14.13, juntos, mostram que, como regra, as línguas Coríntias não estavam na categoria “c”. Em geral, um dom especial do Espírito, não meramente a habilidade natural de entender outra língua, era necessário para a interpretação (1ªCo. 12.10,30). Entretanto, se houve alguns casos do tipo (c) em Corinto, eles poderiam ser eventualmente incluídos na regra de 1ªCo. 14.28. 1ªCo. 14.28 teria, então, o sentido de: se não há ninguém presente que possua o dom espiritual de interpretar e, também, ninguém que possa interpretar pelos meios naturais, aquele que fala em línguas esteja calado na igreja. Afinal, isto é um pouco estranho. Como poderia o falante de línguas saber de antemão qual língua humana identificável ele iria falar, a fim de verificar se alguém na assembleia tinha a habilidade natural para traduzir? Assim, é confirmada a nossa impressão de que, a maioria, se não todas, as línguas dos Coríntios estavam na categoria “b”.
QUAL É A CLASSIFICAÇÃO DO PRODUTO DA FALA EM TERMOS CIENTÍFICOS MODERNOS?
As principais alternativas são:
a) uma porção conexa de uma língua humana;
b) uma porção não identificável como sendo uma língua humana, mas tendo a estrutura de algo similar à língua (“quase-língua”), de acordo com os critérios da linguística moderna;
c) uma porção com fragmentos de uma língua humana conhecida, mas com outras partes desconhecidas;
d) uma porção sem fragmentos de língua humana, tendo derivações linguísticas a partir de padrões comuns para as línguas humanas, sendo, contudo, indistinguíveis a um ouvinte nativo de uma língua estrangeira;
e) porções desconexas, murmúrios, gemidos e outros materiais diversos facilmente distinguíveis da expressão verbal humana.
Muito da glossolalia moderna está na categoria “d”. Alguns casos estão na categoria (c).[ix] Para as línguas de Corinto, a informação já obtida a partir de 1ª Coríntios 14 exclui a opção (e), mas, todas as outras opções são, ainda, possíveis. (a) é possível, desde que um falante de línguas estranhas Coríntio possa falar numa língua humana desconhecida por toda a assembleia, mas conhecida por alguém de outra parte do mundo (exemplo, Bantu, Chinês, etc.). A opção “a”, naturalmente, será eliminada por aqueles cujos pressupostos científicos exigir a sua eliminação. Mas, com as evidências disponíveis, parece não haver nenhuma esperança de decidir entre as alternativas (b)-(d), ou de mostrar se várias delas ocorreram em Corinto.
COMO O APÓSTOLO PAULO CLASSIFICOU, LINGUÍSTICAMENTE, TAIS EXPRESSÕES?
O uso pelo Apóstolo do termo lalein glōssē indica que ele as classificou como algo similar a língua (“quase-língua”), provavelmente um pouco no sentido abrangido pelas alternativas (a)-(d). Ele as considerava como significativas e inteligíveis, ao menos, para Deus (1Co. 14.2). No entanto, nem ele, nem os Coríntios, poderiam ter distinguido entre as alternativas (a)-(d) pelos meios naturais disponíveis a eles. Por meios naturais, eles não poderiam ter determinado se todos os enunciados estavam em apenas uma das categorias (a)-(d) ou se alguns estavam em diferentes categorias. De certo que, em Corinto, poderia haver alguns casos de “línguas” nas quais alguém identificou a linguagem humana – para a alternativa (a) – ou fragmentos da linguagem – para a alternativa (c) – um pouco ao modo do que se vê registrado em Atos 2.[x]. Mas, de acordo com 1ª Coríntios 14, normalmente, não havia tal identificação.
E depois? Teve o apóstolo Paulo (ou pensou ter tido) uma revelação especial, sobrenatural, sobre o assunto, definindo mais de perto o estado linguístico de alguns ou de todos os casos de línguas estranhas em Corinto? Teoricamente isto seria possível, mas não acho que seja provável. Em primeiro lugar, porque o Apóstolo não parece estar tão interessado no exato status linguístico das línguas (1ªCo.13.1). Como Gundry apontou, as condições de 13.1-3 são hipotéticas.[xi] Paulo não apresentou nenhuma teoria no sentido de que as línguas fossem angelicais ou humanas, antes, sustentou que isso não era de prioritariamente importante.
Em segundo lugar, o interesse em fazer distinções entre as alternativas (a)-(d) acima, decorre do espírito científico moderno, e é estranho ao primeiro século. O Cristão típico do primeiro século muito provavelmente não tinha nenhuma “teoria”, absolutamente, sobre o status linguístico das línguas. Ele simplesmente aceitou a máxima de 1ªCo.14.2 e deixou por isso mesmo.[xii]
Terceiro, não há nenhuma indicação de que o Apóstolo Paulo tenha comunicado aos Coríntios qualquer distinção, linguisticamente falando, sobre diferentes tipos de línguas, ou sobre línguas “verdadeiras” vs. “falsas”. Antes, o método de Paulo foi o de afirmar que as línguas, em geral, são um dom do Espírito (1ªCo. 12.10,30), para, em seguida, fazer a distinção entre um uso adequado e um uso indevido destas (1ªCo.14.26-33a, 39 e 40).[xiii] E mesmo que Paulo tenha mencionado alguma vez aos Coríntios uma distinção linguística, ele não o menciona em I Coríntios. Uma vez que essa distinção não foi apresentada, o leitor de Coríntios seria obrigado a assimilar rapidamente o significado de lalein glōssē a algo que ele pudesse compreender extraordinariamente. Assim, para o Coríntio, qualquer coisa que “soava como” falar em línguas e “funcionava” como falar em línguas, era “falar em línguas”. Em outras palavras, se alguma coisa da natureza de (a)-(d) ocorreu em um culto de Corinto, provavelmente teria sido considerado pelos Cristãos comuns de Corinto como um caso de línguas estranhas. Se Paulo pensava o contrário, ele não o comunicou em suas epístolas aos Coríntios.
Desta forma, não temos meios de determinar, a partir das epístolas aos Coríntios, qual dos casos (a)-(d) ocorreram, ou se todos eles ocorreram. Uma proposição de um historiador deve, portanto, basear-se em sua estimativa da probabilidade intrínseca de Deus realizar ou não realizar vários tipos de “milagres” em Corinto e não sobre indicações específicas nas próprias epístolas aos Coríntios.


Título original: The Nature of Corinthian Glossolalia: Possible Options
Tradução: Pr. Robson Silva.


[i] Gundry, “‘Ecstatic Utterance’ (N.E.B.)?” J.T.S. N.S. xvii (1966), p. 299. Similarly Carl G. Tuland, “The Confusion About Tongues,” Christianity Today xiii (1968–69), pp. 207-09; J. Massingberd Ford, “Toward a Theology of ‘Speaking in Tongues’,”Theological Studies xxxii (1971), p. 3. O artigo de Ford contém uma valiosa pesquisa de opinião acadêmica.
[ii] Distinções menos elaboradas, procedendo no mesmo sentido, encontram-se em Cyril G. Willarns, “Glossolalia as a Religious Phenomenon: ‘Tongues’ at Corinth and Pentecost,” Religion v (1975), pp. 16-32.
[iii] A independência parcial destes parâmetros é atestada por pesquisas de ciência comportamental moderna em glossolalia. Cf. William J. Samarin, Tongues of Men and Angels (London, 1972) ; E. Mansell Pattison, “Behavioral Science Research on the Nature of Glossolalia,” Journal of the American Scientific Affiliation xx (1968), pp. 73-86; Watson E. Mills, “Literature on Glossolalia,” Journal of the American Scientific Affiliation xxvi (1974), pp. 169-73. Todas as três fontes têm extensas bibliografias.
[iv] Cf. Arnold M. Ludwig, “Altered States of Consciousness,” Trance and Possession States, ed. Raymond Prince (Montreal, 1968), pp. 69-95.
[v] Williams, op. cit., p. 21.
[vi] Williams, op. cit., p. 21.
[vii] Contra Archibald Robertson and Alfred Plummer, A Critical and Exegetical Commentary on the First Epistle of St. Paul to the Corinthians, 2d ed. (New York, 1929), p. 267.
[viii] Gundry, op. cit., pp. 299-307.
[ix] Samarin, op. cit., pp. 73-128. Cf. a classificação em Emile Lombard, De la glossolalie chez les premiers chrétiens et des phinomènes similaires, étude d’ exégèse et de psychologie (Lausanne, 1910).
[x] Sobre as dificuldades de percepção com essa identificação, cf. Williams, op. cit., p. 26; and Samarin, op. cit., pp. 107-15.
[xi] Op. cit., p. 301, contra C. K. Barrett, Um Commentary on the First Epistles to the Corinthians (New York: Harper & Row, 1968), pp. 299f.
[xii] Assim dizer que, “ São Paulo entendeu ser a glossolalia o falar em línguas estranhas ” (J. D. Davies, J.T.S. N.S. 3 (1952), p. 231, é basicamente correto, no entanto, é muito específico em sua sugestão de que devamos fazer o mesmo com algum idioma humano comum como o Chinês ou Bantu. Como Williams apontou,glōssa e hermēneuō  não têm essa especificidade quando “o tema de investigação é o que parece ser um fenômeno novo ou pelo menos um que não é familiar em um contexto particular” (op. cit., p. 17).
[xiii] Mas, 1ª Co. 12:2s define um limite para todas as manifestações extraordinárias do Espírito. Cf. Tugwell, op. cit., pp. 139ss.

*O Dr. Vern Poythress é professor de interpretação do Novo Testamento no Westminster Theological Seminary/Philadelphia.

Fonte: Teologia Carismática

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terça-feira, 26 de julho de 2016

LAMENTÁVEL, SOB TODOS OS ASPECTOS!


Lamento profundamente a troca de insultos e a guerra virtual, que ora se trava entre “irmãos”, desencadeadas a partir do comentário “possivelmente” feito pelo Pr. Renato Cunha (RN) sobre o acidente envolvendo o Rev. Augustus Nicodemus (PB) e sua esposa, em viagem a Santa Maria (RS).

Quando digo “possivelmente” é porque considero a possibilidade (sic) de o comentário não ser de sua autoria, mas, fruto do “hackeamento” de sua conta – atualmente desativada.

Não tenho procuração do referido pastor para defendê-lo, nesta ou em outra seara qualquer, mas, do que ouvi nas duas horas em que estive na audiência do programa Última Trombeta, transmitido em 20 de julho, tendo o Pr. Renato Cunha como entrevistado, nada há que coadune com tal pensamento.

Na ocasião, cheguei a comentar em minha página no Facebook: “O tema de hoje ‘discute’ o episódio da semana envolvendo o cancelamento da participação do Rev. Augustus Nicodemus em evento de lançamento de seu mais recente livro na CPAD MEGASTORE RJ. Pense numa participação equilibrada, edificante, concisa e ao mesmo tempo robusta do Pr. Renato... Já fiquei ‘fã’, mesmo sem conhecê-lo.”

Em se confirmando a veracidade e autoria do que foi reproduzido e compartilhado em inúmeras páginas no dia de hoje, produzindo insultos e maledicências de todos os lados, sou levado a concluir que estamos vivendo o mais triste e mórbido momento da Igreja dos últimos anos.

Assim que, se for para orar – e é –, #oremos pela CPAD, pelo Rev. Augustus Nicodemus e sua esposa, pelo Pr. Renato Cunha, pelos irmãos comentaristas do Facebook, pela Noiva de Cristo...


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quinta-feira, 19 de maio de 2016

BÍBLIA... Sempre A Bíblia!

Ilustração: Do filme O Livro de Eli, com Denzel Washington

BÍBLIA: O Livro mais lido em todas as faixas etárias e níveis de escolaridade no Brasil

Como em toda boa (sic) pesquisa, a interpretação dos dados depende da ótica e do interesse de quem a divulga, e de quem dela se apropria. Que esperneiem os que entendem o contrário. Ou, como já dizia o Prof. José Juliano de Carvalho Filho (economista e pesquisador da USP): "A estatística é a arte de torturar os dados até que eles confessem a verdade". (Quero crer que a frase seja realmente dele; nunca se sabe).

Mas, vejamos um pouco do que revelou (sic) - e que me interessa - a Pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, realizada pelo Ibope por encomenda do Instituto Pró-Livro.

1. "A Bíblia é o livro mais lido, EM QUALQUER NÍVEL DE ESCOLARIDADE [grigo meu]. O livro religioso, aliás, aparece em todas as listas: últimos livros lidos, livros mais marcantes."

2. “A pesquisa perguntou a professores qual tinha sido o último livro que leram e 50% respondeu nenhum e 22%, a Bíblia.”

3. “Quando extrapolamos para a amostra total, os títulos mais citados como os últimos lidos ou que estão sendo lidos foram Bíblia [em primeiro lugar], Diário de um banana, Casamento Blindado...”.

4. “Quando a questão é sobre os livros mais marcantes, os religiosos continuam ali e a Bíblia segue como referência, mas a lista fica um pouco diferente, com alguns clássicos e infantojuvenis: Bíblia [em primeiro lugar], A Culpa é das Estrelas, A Cabana, O Pequeno Príncipe...”.

Bom! Quem lê, interprete como quiser.

Certo é que: #lerétudodebom. Ler a Bíblia, então, nem se fala!

Prossigo [lendo] para o Alvo... Fp.3.14


quinta-feira, 17 de março de 2016

CARTA ABERTA...

CARTA ABERTA AOS SENHORES PRESIDENTES DOS PODERES JUDICIÁRIO E LEGISLATIVO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL

Exmo Sr. Ministro Ricardo Levandowski - Presidente do Supremo Tribunal Federal
Exmo Sr. Ministro Francisco Falcão - Presidente do Superior Tribunal de Justiça
Exmo Sr. Senador Renan Calheiros - Presidente do Senado Federal
Exmo Sr. Deputado Eduardo Cunha - Presidente da Câmara dos Deputados.

Tendo em vista os flagrantes depoimentos colhidos em áudio através de escuta telefônica legalmente autorizada por juiz competente, no qual o Sr. Ex-Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, em diálogo com a atual representante do Poder Executivo Nacional, a Sra. Presidente Dilma Vana Rousseff, desdenha, desrespeita, macula a honra e difama, não apenas as instituições, mas, os homens e mulheres que os representam no âmbito federativo, sob a égide da Constituição da República Federativa do Brasil, eu, ROBSON SILVA DE SOUSA, na qualidade de cidadão  brasileiro, cumpridor dos meus deveres cívicos - como eleitor, inclusive -, trabalhador honesto, contribuinte compulsório (pegador de imposto), marido, pai, cristão... gostaria muito de saber dos senhores representantes dos Poderes Judiciário e Legislativo citados no áudio que ora se faz ouvir – conforme amplamente difundido por todos os meios de comunicação (transcrição anexa), que medidas serão tomadas a fim de resgatar o brio, o orgulho, a honra desta nação sofrida, que, conjuntamente com Vossas Exas., se sente afrontada, ultrajada, vilipendiada e escarnecida?

É gente desta estirpe que o Brasil precisa ou merece?

O Brasil exige uma resposta, e eu como brasileiro também!















Prossigo (indignado) para o Alvo... Fp.3.14

Fonte das imagens: reprodução de vídeo produzido e divulgado pelo O Globo, via Facebook 

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

MYER PEARLMAN... UMA PÉROLA DE GRANDE VALOR!

Por N. LAWRENCE OLSON


O saudoso irmão Myer Pearlman foi um judeu que se converteu a Cristo. A história de sua breve vida de apenas 44 anos é um verdadeiro romance. Myer Pearlman, pela sua extrema simplicidade cristã e dedicado amor a Jesus, de quem foi um dos mais ardorosos discípulos, ainda vive no coração de milhares de seus admiradores.

Nascido a 19 de dezembro de 1898, em Edimburgo, na Escócia, de pais israelitas, o jovem primogênito, Myer, tal qual um Saulo de Tarso, passou os primeiros anos de sua educação na Escola Hebraica, aos pés de rabinos que lhe inculcaram os ensinos férreos do Judaísmo tradicional, das Escrituras do Antigo Testamento, e da língua hebraica. Ele recorda que nesses dias os alunos compravam a Bíblia, como nós a temos, e arrancavam o Novo Testamento do livro, pois não lhes era permitido lê-lo, por ser considerado espúrio. O estudante Myer distinguiu-se pelas qualidades excepcionais de rara inteligência e perspicácia. Aos 14 anos, sozinho, aprendeu a língua francesa, a poder de frequentes consultas à Biblioteca Pública, conhecimento que muito lhe valeu nos dias da Primeira Guerra Mundial, ocasião em que serviu como intérprete no exército norte-americano, na França.

Jesus, a Luz do mundo, guiava os passos do jovem Myer em direção ao "Santuário", como ele, posteriormente, costumava dizer. A família mudou-se para os Estados Unidos da América, onde esperava encontrar melhores condições de vida. Certa ocasião, na cidade de Cincinnati, passeando em determinada rua, foi fortemente impressionado por um letreiro na fachada de uma igreja evangélica, que dizia: “Igreja Aberta... Entre... Descanse E Ore." Por um instante quis entrar, mas logo abafou o impulso que, certamente, era inspirado pelo Espírito Santo. Anos depois, quando já convertido, ele teve oportunidade de entrar nessa mesma igreja e agradecer a Deus por tê-lo dirigido no caminho da luz e da vida.

Quando servia no exército, ganhou um Novo Testamento, que leu com muito interesse, estando a sua alma em procura ardente de certa satisfação, por ora desconhecida. Após a Segunda Guerra Mundial, ele foi residir em São Francisco, na Califórnia. Certa noite, ao passear, foi sua atenção despertada por um grupo de cristãos da fé pentecostal, que dirigia um culto em praça pública defronte de um salão. Em outra noite novamente chegou perto para ouvi-los e teve a coragem de entrar nesse salão de cultos. Ficou grandemente impressionado pelos hinos alegres cantados em louvor a Deus, hinos que muito contrastavam com os cânticos tristonhos da sinagoga. Um desses hinos era de autoria do saudoso irmão F. A. Graves, grande pioneiro do movimento pentecostal. Myer não podia ter imaginado que mais tarde ele se casaria com a filha desse irmão, Irene Graves!

Como são maravilhosos os caminhos do nosso Deus! Assim começou o jovem Myer a frequentar, todas as noites, durante semanas, os cultos nesse humilde salão. Certa noite ele pensou em ir ao cinema, mas acabou assistindo ao culto, tanto foi a estranha atração da presença de Deus. O povo, sabendo de sua origem judaica, tratava-o com todo o carinho e orava ao Senhor pela sua conversão. Certa noite, deitado na sua cama, foi completamente vencido por uma sensação de remorso, sentindo fortemente a sua culpa perante Deus. Logo depois, em um culto, ao sair da igreja, ficou parado perto da porta, ouvindo o último hino. De repente, sentiu descer sobre si uma influência indescritível e maravilhosa. Foi esse o momento decisivo de sua vida quando Myer abriu o coração a Jesus, a Luz do mundo. Essa Luz resplandeceu nas trevas dessa alma. Havia ele chegado ao seu "Santuário", que tanto almejara! Seu coração havia experimentado a realidade da Pessoa de Cristo, o seu Messias! Tal qual Saulo de Tarso, Myer Pearlman encontrara-se com Jesus, o Nazareno!

Não demorou muito, e certo dia, quando em oração a seu Messias, Myer Pearlman começou a falar em língua por ele desconhecida. Mesmo para ele, linguista, foi uma gloriosa surpresa receber, como os discípulos no dia de Pentecoste, o maravilhoso dom do Espírito Santo, o Consolador, de que tanto ele viria a precisar em dias posteriores.

Sentindo o chamado do Senhor para dedicar a vida ao trabalho do Evangelho, Myer matriculou-se no Instituto Bíblico Central, que, havia pouco, fora fundado em Springfield, no Estado de Missouri. Fez o curso de três anos, ao término do qual foi convidado a ser professor nesse mesmo educandário. Durante quatorze anos Myer Pearlman distinguiu-se como instrutor dotado de rara capacidade magisterial, possuído como era de inteligência sempre consagrada ao seu Mestre e Senhor. Graças à sua formação baseada no Antigo Testamento, pôde torná-lo um Livro extremamente interessante para os seus alunos. E, além desses trabalhos, como professor do Instituto, o irmão Pearlman aceitava convites para dirigir estudos bíblicos em diversas partes do país. Também se tornou autor de diversos livros de grande utilidade e que grande influência têm exercido, não somente na língua inglesa, mas também em diversos idiomas para os quais foram traduzidos.

Durante anos, foi autor da Revista para Adultos e da Revista para Professores de Adultos das Escolas Dominicais, trabalho ao qual se dedicou prazerosamente, com todas as energias, até ao tempo de sua morte. Durante a Segunda Guerra Mundial lançou, ainda, um jornal em estilo próprio para a evangelização das Forças Armadas, denominado "Reveille", o qual foi um grande sucesso e certamente muito contribuiu para a salvação de milhares de homens e mulheres a serviço da pátria.

Em 1942 os excessivos trabalhos literários e didáticos cansaram o organismo do nosso estimado irmão Pearlman, resultando em uma crise aguda do sistema nervoso. Com as complicações de pneumonia, que advieram, foi rapidamente encurtada a carreira brilhante desse humilde servo de Cristo de Nazaré, servo que não buscava a glória terrestre, e, sim, a celeste. Apesar de ter recebido a melhor assistência hospitalar, veio a falecer aos 44 anos de idade. Um dos enfermeiros testificou que havia orado a noite toda. Deixou esposa e três filhos, e inúmeros amigos em toda parte do mundo que o têm em admiração e que aguardam o dia quando novamente possam abraçar esse saudoso judeu, que, apesar da pequena estatura física, era, em verdade, grande de espírito.

Para o autor destas linhas póstumas, tem sido um prazer e raro privilégio traduzir a presente obra de pena do irmão Pearlman, Através da Bíblia livro por livro*, na esperança de que ela proporcione aos leitores de língua portuguesa, obreiros em particular, um mui profundo conhecimento bíblico e pentecostal das grandes verdades da nossa fé. Creio que muitos, ao manusearem estas páginas, experimentarão algo da sensação que nós, que tivemos o privilégio de ser seus alunos, experimentamos nos estudos dirigidos pelo saudoso irmão Pearlman, que tão ardentemente amava ao seu Senhor, o Messias, o Cristo de Deus, e a quem tudo entregou - até a própria vida.


N. LAWRENCE OLSON
Rio de Janeiro / Março de 1959
*Editado pela Editora Vida

Via Videirário http://www.videirario.com.br/mpearlman.php

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

O FRACASSO DA CRUZ... (segundo o Papa)

Papa Francisco fala aos fiéis na Catedral de St. Patrick, em Nova York/EUA (Foto: AFP)
Em sua homilia na Catedral de St. Patrick, em Nova York/EUA, na última quinta-feira (24/09), o Papa “Francisco” (Jorge Bergóglio) declarou com todas as letras que “Jesus Cristo fracassou na cruz”.

É possível ouvir com toda clareza - em uma tradução literal das palavras do Sumo Pontífice - Francisco dizer, “Temos que recordar que seguimos a Jesus Cristo, cuja vida, humanamente falando, terminou em um fracasso: no fracasso da Cruz”.


Tal assertiva (sic) vai na contramão das declarações da própria Bíblia Sagrada, considerada "bússola" para o cristão e sua única regra de Fé e prática, cuja autoridade é inquestionável e irrefutável – inclusive para o Catolicismo Romano.

Vejamos o que nos ensinam as Escrituras acerca da morte – humanamente falando – de Cristo na Cruz:
  1. A morte foi tragada pela VITÓRIA. Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão? Ora, o aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei. Graças, porém, sejam dadas a Deus, que nos dá a VITÓRIA por nosso Senhor Jesus Cristo!" (1 Coríntios 15.55-57 - Versão Católica.) Grifos nossos.
  2. Como {de nossa pregação} recebestes o Senhor Jesus Cristo, vivei nele, enraizados e edificados nele, inabaláveis na fé em que fostes instruídos, com o coração a transbordar de gratidão! Estai de sobreaviso, para que ninguém vos engane com filosofias e vãos sofismas baseados nas tradições humanas, nos rudimentos do mundo, em vez de se apoiar em Cristo. Pois nele habita corporalmente toda a plenitude da divindade. Tendes tudo plenamente nele, que é a cabeça de todo principado e potestade.” (Colossenses 2.6-10 – Versão Católica) Grifos nossos.
  3. É ELE que nos perdoou todos os pecados, cancelando o documento escrito contra nós, cujas prescrições nos condenavam. Aboliu-o definitivamente, ao encravá-lo NA CRUZ. Espoliou os principados e potestades, e os expôs ao ridículo, TRIUNFANDO DELES PELA CRUZ. (Colossenses 2.13-15 – Versão Católica) Grifos nossos.
  4. Agora, porém, graças a Jesus Cristo, vós que antes estáveis longe, vos tornastes presentes, pelo sangue de Cristo. Porque é ele a nossa paz, ele que de dois povos fez um só, destruindo o muro de inimizade que os separava, abolindo na própria carne a lei, os preceitos e as prescrições. Desse modo, ele queria fazer em si mesmo dos dois povos uma única humanidade nova pelo restabelecimento da paz, e reconciliá-los ambos com Deus, reunidos num só corpo pela VIRTUDE DA CRUZ, aniquilando NELA a inimizade.” (Efésios 2.13-16 – Versão Católica) Grifos nossos.
  5. "Que toda a casa de Israel saiba, portanto, com a maior certeza de que este JESUS, que vós CRUCIFICASTES, Deus o constituiu SENHOR E CRISTO." (Atos 2.32-36 – Versão Católica) Grifos nossos.

Não é de se admirar que Lutero – entre tantos outros reformadores – tenha rompido com esta igreja, considerando anátemas os seus ensinamentos e insustentáveis os seus fundamentos, os quais não são, nem de longe, aqueles principiados pelos Apóstolos, tendo por ROCHA INABALÁVEL o próprio Cristo – pedra angular e principal de esquina, “uma pedra de tropeço e rocha de escândalo, para aqueles que tropeçam na palavra”. (1 Pedro 2:8a).

E, conquanto a humildade franciscana, os afagos e carinhos dispensados aos pobres e o estreitamento de laços com as autoridades religiosas e seculares deste mundo – muitas das quais inimigos declarados da Fé Cristã – têm projetado uma imagem conciliadora, flexível e transigente do Vigário de Cristo (sic), suas declarações como “chefe da igreja”, por sua vez, demonstram o quão distante ele se encontra da Verdade do Evangelho de Nosso Senhor.

Quanto a mim: eu prefiro ficar com as declarações de Paulo:

“Também eu, quando fui ter convosco, irmãos, não fui com o prestígio da eloquência nem da sabedoria anunciar-vos o testemunho de Deus. Julguei não dever saber coisa alguma entre vós, senão Jesus Cristo, e JESUS CRISTO CRUCIFICADO. (1 Coríntios 2.1,2 – Versão Católica) Grifos nossos.

O Papa – humanamente falando - traveled in the mayonnaise! - kkk


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Foto: AFP

sábado, 29 de agosto de 2015

CAIU BABILÔNIA, CAIU!


Após 5 meses e 12 dias respirando por aparelhos, desde o seu nascimento - com um coração duro como pedra e fraco como o vidro -, finalmente veio a "óbito" a pobre, desgraçada e miserável Babilônia. Justo ela, que se julgava grande e forte. E quem pranteará o seu fim?

“Caiu Babilônia, caiu! Todos os ídolos de Babilônia estão partidos pelo chão.” (Isaías 21:9).

Medidores de audiência dão conta de que esta foi a novela da Rede Globo que pior resultado apresentou nos últimos 50 anos. Por que será, hein?

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sábado, 15 de agosto de 2015

ENCONTRO NACIONAL DE LÍDERES DE JOVENS E ADOLESCENTES


ATENÇÃO,
Já estão abertas as inscrições para o ENCONTRO NACIONAL DE LÍDERES DE JOVENS E ADOLESCENTES promovido pela CGADB / CPAD.
O evento, que acontecerá entre os dias 5, 6 e 7 de novembro, no Novo Templo da AD Belém (Rua Dr. Fomm, 140 - São Paulo / Altura do nº 3.000 da Av. Alcântara Machado), abordará temas atuais e prementes como:
  • Missões e Ministério, 
  • Perfil do Líder da Atualidade, 
  • Louvor e Adoração, 
  • Confrontando o Caráter da Juventude para uma Vida Santificada, 
  • Drogas - Jovens Assembleianos frente aos Desafios das Drogas e da Violência, 
  • Sexualidade, 
  • Mídia e Universidade e 
  • A Força da Juventude.

Confira todas as informações clicando no banner e faça já a sua inscrição.

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