Rádio Rhema Online

terça-feira, 18 de novembro de 2014

"ERROS QUE 'TODO CRENTE' DEVE EVITAR"...

Já disponível em e-Book as obras do Pr. Ciro Sanches Zibordi.

Abaixo, meus comentários na página do Facebook do autor:

"Erros que todo crente deve evitar" ao adquirir o e-book do Pr. Ciro Sanches Zibordi:

1. Ao fazer menção (citações) de textos extraídos da obra, seja nas pregações ou de forma escrita, lembre-se: você não é o autor, portanto, dê os devidos créditos a quem de direito.
2. Se você é mesmo um pregador usado por Deus, não faça do e-book "Erros que pregadores devem evitar" sua única ou principal fonte de "inspiração". Tenho certeza de que este não é o desejo do autor, tampouco do Deus que o inspirou a escrever.
3. Se você leu e não gostou do que leu nas obras do Pr. Ciro, não tome as palavras do autor como uma "ofensa" ou "agressão" pessoal a você ou ao pregador "A ou B" - é Deus quem usa e distribui dons a cada um segundo a medida do que este pode "suportar" -, mas, tenha a obra como um alerta amoroso de alguém que quer ver você crescer na graça e no conhecimento da Palavra, como um Pregoeiro da Verdade.
4. Por último, se você realmente é ou pretende ser um "Pregador de verdade e da Verdade", não aceite, não compartilhe, não adquira esta obra por meios duvidosos, escusos, oblíquos ou, sabidamente ilegais. Adquira-o em uma loja ou canal oficial pagando o preço justo.
Além de CRIME, previsto com "pena de detenção, de 3 (três) meses a 1 (um) ano, ou multa", com possibilidade de ser agravada para "reclusão, de 2 (dois) a 4 (quatro) anos, e multa" (Art.184 CP), a "PIRATARIA EVANGÉLICA" é uma forma de usurpação do direito intelectual do autor e da inspiração divina a este conferida. Neste último caso, a aplicação da pena poderá se dar sumariamente no próprio altar do Senhor. Portanto, é melhor não arriscar!

Prossigo (e-bookado) para o Alvo... Fp.3.14

P.S.: A postagem aqui no PPA teve aprovação também do autor, a quem agradeço a gentileza e parabenizo pelas obras e pelas conquistas. A Deus toda Glória!


quarta-feira, 5 de novembro de 2014

NÃO ABRO MÃO DA MINHA BÍBLIA. MAS, NÃO DISPENSO UM TABLET.


Depois de ouvir, passiva e mansamente, pastores néscios e recalcados (palavra da moda) esbravejarem contra a internet, contra o Facebook e até contra o uso de notebooks e tablets nas igrejas e, de acusarem – equivocada e falsamente –, dedicados pregadores, ensinadores e amantes das escrituras de se servirem de tais recursos em detrimento da Bíblia impressa com o propósito (segundo eles) de “destilarem um pseudoconhecimento” perante a igreja de Deus, decidi escrever algumas considerações singelas, mas fundamentadas, sobre o uso da tecnologia em prol do evangelho e do Reino de Deus.

Antes de qualquer coisa é preciso que se entenda que, todo conhecimento emana de Deus – “Porque o Senhor dá a sabedoria; da sua boca é que vem o conhecimento e o entendimento.” (Provérbios 2:6) – e que toda tecnologia é ciência e toda ciência é conhecimento. (Ver Ex.31.1-6). A controvérsia talvez resida no propósito ou finalidade para a qual ela é utilizada. Mas não é sobre o que pretendemos discorrer.

Pois bem! Vencida a barreira da origem ou fonte de todo conhecimento, temos que entender o que vem a ser tecnologia ou instrumentos tecnológicos e, neste caso – conquanto tenha em casa algumas obras impressas que tratam do assunto –, preferi recorrer – por uma questão de praticidade – aos recursos da internet, tendo à mão um notebook com conexão Wi-Fi.

De acordo com a Wikipédia (salvo melhor ensino), “Tecnologia vem do grego τεχνη — "técnica, arte, ofício" e λογια — "estudo", sendo um termo que envolve o conhecimento técnico e científico e a aplicação deste conhecimento através de sua transformação no uso de ferramentas, processos e materiais criados e/ou utilizados a partir de tal conhecimento.”, do que podemos depreender que, basicamente (sic), quase tudo que está a nossa volta, hoje, é ou foi produzido através ou com o uso de tecnologia.

O terno, o sapato, os acessórios, as vestimentas e apetrechos, de uma maneira geral, que usamos para ir ao culto; nossas casas, meios de transporte, alimentos (na sua maioria industrializado), os produtos de higiene e limpeza... tudo é ou provém de algum tipo de tecnologia. Até o “Livro da Capa Preta”, com bordas douradas, letras com destaque em vermelho e notas de rodapé (Ah! As notas de rodapé!): a Bíblia impressa, tal como a conhecemos, é produto da tecnologia!

Não entendeu ainda? Então deixa eu explicar melhor.

Durante séculos, homens inspirados por Deus produziram, com o uso de ferramentas tecnológicas primitivas, os primeiros manuscritos da Palavra de Deus (Ver, e.g., Dt.17.18; 31.24; Is.30.8;  Jr.30.2; 36.32; Ap.1.11). Para tanto eles se serviram de tabuinhas de madeira ou de argila, peles de animais (pergaminhos), tramas de papiro (papel primitivo), até que, finalmente, o acúmulo de conhecimentos (ciência) nos levou às fibras de celulose e ao papel alcalino, branquinho, com o qual produzimos as nossas Bíblias.

Mas, nem sempre foi assim! Foi apenas por volta de 1439 que, Johannes Gutenberg, um dedicado inventor e gráfico, elevou a técnica da escrita manual das obras literárias a um patamar nunca antes imaginado: a produção em larga escala de páginas impressas a partir do uso de tipos gráficos padronizados em uma prensa de madeira. Sua principal e mais célebre obra foi a Bíblia Sagrada! (Consulte na Wikipédia: Bíblia de Gutemberg).

Graças a esta tecnologia, aprimorada ao longo de mais de 500 anos, podemos nos dar o prazer de folhear, examinar, ler e reler não apenas uma, mas, dúzias de versões de Bíblias produzidas dentro e fora do nosso país, nos mais variados idiomas. Eu particularmente tenho um bom acervo, e louvo a Deus por esta graça! Nem todos desfrutam da mesma liberdade ou tem o mesmo privilégio.

Isto posto, voltamos à questão primordial: “O uso das tecnologias e equipamentos do século XXI na igreja inviabiliza ou substitui a Bíblia impressa, ou põe em 'xeque' a capacidade do crente compromissado com a genuína Palavra de Deus de preparar seus estudos bíblicos, esboços de mensagens etc.?" Penso que não! Pelo contrário!

O uso inteligente destes recursos (tem quem prefira não usar justamente pela falta de inteligência) tem possibilitado – além da praticidade e possibilidade de armazenamento de um maior número de informações num mesmo “receptáculo” – agilidade e segurança na transmissão do conhecimento, no exame quase que imediato (online) das informações – à semelhança dos Bereanos, em At. 17.11 –, na confrontação de divergências, invencionices, heresias, enfim...

Daí podermos concluir que, é praticamente impossível, num contexto de pós-modernidade, pensar a Igreja de Cristo – sem perder a sua essência – não se apropriando destas tecnologias, seja para produzir mais e melhores materiais, seja para propagar rápida e eficazmente a Palavra de Deus – inclusive "entrando" virtualmente em países sob vigilância cerrada dos governos contrários ao evangelho de Cristo –, seja para conferir bem estar e comodidade (não confundir com comodismo) àqueles comprometidos com a Verdade. É a tecnologia a serviço do Reino de Deus!

Portanto, meu prezado irmão ou irmã, leitor complacente com este humilde articulista, não se furte o direito de usar e abusar com moderação (sic) de todos os recursos tecnológicos (tablete, note, Kindle etc.) que te vier à mão para anunciar o Reino de Deus e o Seu Cristo só porque algum pastor decidiu que só vale o que está no papel, ainda que ele mesmo só se utilize daquelas pequenas páginas de esboço, estudos e mensagens “pré-cozidas” compradas em livrarias evangélicas ou notas de rodapé das Bíblias de Estudo que até hoje ele pensa ser parte indissociável e infalível das Escrituras Sagradas.

Sabe de nada, inocente! #sqn #prontofalei

#ProssigoparaoAlvo (Fp.3.14)


terça-feira, 30 de setembro de 2014

MEU IRMÃO, NÃO ME JULGUE...


SE VOCÊ prefere se justificar diante de Deus, enquanto EU prefiro confessar a Ele as minhas culpas. (Lc. 18.11-13)

SE VOCÊ prefere gritar para o mundo ouvir quão grande é a sua comunhão com Ele, enquanto EU prefiro senti-la de maneira particular e especial. (Mt. 6.6)

SE VOCÊ prefere rodopiar, correr e pular até cair, enquanto EU prefiro ter meus pés firmados na Rocha, tendo o cuidado para não cair. (Sl. 26.12; 40.2; 1Co. 10.12)

SE VOCÊ prefere orar nos montes, matas e bosques, enquanto EU prefiro buscá-lo no templo ou no recôndito dos meus aposentos. (At. 22.17; Mt. 6.6)

SE VOCÊ prefere cantar e ser ouvido por todos os “adoradores”, enquanto EU prefiro ouvir “[pela] Palavra de Deus” e por Ele ser ouvido em espírito. (Lc. 5.1; Mc. 7.16; At. 13.44; Rm. 10.17; Is. 65.24)

SE VOCÊ prefere curtir, seguir, adorar e pagar para honrar os ídolos “gospels”, enquanto EU PREFIRO servir, seguir, adorar e honrar Aquele que, de graça, verteu sangue por mim. (Jo.12.26)

SE VOCÊ prefere falar na igreja mais línguas estranhas que todos os demais irmãos, enquanto EU PREFIRO estar calado ou “falar na igreja cinco palavras na minha inteligência”. (1Co. 14.19)

SE VOCÊ prefere viver toda a sua vida como menino, enquanto EU PREFIRO crescer na graça e no conhecimento para, como homem, deixar o leite racional. (1Co.13.11;  14.20; Hb 5.12-14)

SE VOCÊ prefere ver anjos com bandeja de ouro, cajado na mão e “mistério na terra”, enquanto EU PREFIRO ser guiado pela Fé e não por vista. (2Co 5.7; Jo. 20.29)

SE VOCÊ prefere ter a canela chamuscada e o sapato de fogo, enquanto EU PREFIRO ter calçados os pés na pregação do evangelho da paz e aquecido o coração quando Ele fala comigo. (Ef. 6.15; Lc. 24.32)

SE VOCÊ prefere obter prosperidade e ver cumpridas todas as "promessas" aqui na terra, enquanto EU PREFIRO acumular um tesouro nos céus e me tornar co-herdeiro d’Ele na Glória. (Mt. 6.19; Rm. 8.17)

SE VOCÊ preferir ignorar as referências bíblicas citadas, enquanto EU PREFERI examiná-las uma a uma. (At. 6.4; 17.11; Rm. 10.8; Mc. 4.13; 2Tm. 4.2).

Possivelmente eu não sou - e não serei - aquilo que você esperava que eu fosse.

Prossigo (dependente de Cristo) para o Alvo... Fp. 3.14

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

SOBRE POLÍTICOS E MAÇÃS...


Quando o assunto é política, dificilmente haverá consenso em todas as esferas sociais, mesmo entre as famílias ou membros de uma comunidade. Ontem, por exemplo, tive a oportunidade de debater e discorrer sobre diferentes pontos de vista com meu filho mais velho e também com minha esposa a respeito do tema.

A questão era se devemos ou não apoiar candidatos evangélicos ao pleito eleitoral e, em que grau de comprometimento – já que nem sempre conhecemos profundamente suas propostas, seus projetos, suas ambições.

É sabido de todos que alguns “irmãos candidatos” só “dão as caras” em época de eleição. Outros não conseguem dizer, sequer, a que vieram. Sem falar, é claro, dos inúmeros casos de “irmãos” que decepcionaram ou deixaram desacreditada a comunidade cristã após galgarem os patamares da política. Mas, daí a nivelarmos todos por baixo, não me parece justo para com os de boa mente e, sobretudo, de boa reputação.

A verdade é que nós cristãos não fomos e não somos ensinados a debater, entender e, sobretudo, a participar de maneira efetiva do processo político do qual, invariavelmente, todos fazemos parte. Daí porque nos acostumamos a lugares comuns, do tipo: “Todo político é ladrão”; ou: “Todo aquele que se envolve com política se deixa corromper”; ou: “Basta uma maça podre para estragar toda uma caixa”...

A certa altura, argumentava eu com meu filho: “Sabendo que alguns pastores (sic) são mentirosos, corruptos, aproveitadores, roubadores, adúlteros, seria justo presumir que todos o sejam, ou que aqueles que almejam o episcopado poderiam, potencialmente, vir a ser como um daqueles, pelo simples (sic) fato de se tornarem pastores?”. A resposta foi que “Não”.

É exatamente este o ponto! Nem todos são "maçãs podres"!

Ao exercermos o legítimo direito-dever de escolher, através do VOTO, qual ou quais membros da sociedade deverão nos representar no âmbito da política, estamos, de certa forma, alternado “as maçãs da caixa”. Este é um segredo (sic) que muitos ainda não descobriram.

Agora imagine uma caixa com 513 maçãs (há caixas com números que variam de 81 a apenas 1 por caixa), dentre as quais metade delas estivesse podre, cabendo a você a missão de substituir – de tempos em tempos – uma única (sic) maçã, descartando a que fora tirada. Você substituiria uma “maçã boa” por uma “maçã podre” ou uma “maçã podre” por uma “maçã boa”?

Pois bem! Precisamos acreditar que a troca gradual e contínua das “maças podres” possa, de alguma forma, redundar em uma bela caixa de “boas maças” e que está em nossas mãos (dedos) o poder de substituir aquelas que envenenam e apodrecem a política deste país.

Pense nisto na hora de escolher, apoiar ou ajudar a eleger um candidato.

Prossigo para o Alvo... Fp.3.14

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

A DETURPAÇÃO DE PROVÉRBIOS 22.6

Instrui o menino no caminho em que deve andar, e até quando envelhecer não se desviará dele. (Pv.22.6)
Jean Wyllys - PSOL/RJ e Erika Kokay - PT/DF

A princípio fiquei meio incrédulo com a notícia*, mas pesquisando as proposições na Câmara Federal constatei ser mesmo verdade.
O PL 5002/2013 de autoria destas duas "figurinhas caricatas" está em trâmite no Câmara dos Deputados aguardando relator.
Agora vejam vocês, meus irmãos e irmãs, se tem cabimento uma coisa destas. Imagine uma família cujo filho, "Joãozinho", de 9 ou 10 anos, p.e., com capacidade (sic) mínima para se apresentar espontaneamente (sic) ou com o auxílio de um pederasta (busquem o étimo da palavra) vá perante uma defensoria, sem o consentimento ou o conhecimento dos pais, e volte de lá com o nome de "Mariazinha" e sem o seu "pintinho"... É algo, no mínimo, surreal! Inimaginável! Inconcebível! Irracional!
E saber que estes "protótipos de revolucionários" com pinta de "semi-deuses" (eles se acham) estão, novamente, no pleito legislativo em busca de mais 4 anos de insanidade.
Se você é a favor da família e defende seus valores inalienáveis, não permita que Leis como esta sejam aprovadas. Escolha bem seu próximo representante em Brasília.
No RIO DE JANEIRO apoiamos e recomendamos Geremias Couto, um homem de verdade, que a exemplo de Gaio (3Jo), conta com "o testemunho dos irmãos de que anda na verdade e procede fielmente em tudo o que faz para com os irmãos, e para com os estranhos," (adap. 3 João 1:3-5). , #‎VOTE2213.
Confira na íntegra o Projeto de Lei 5002/13... Mas cuidado: eu vomitei no final!

Prossigo para o Alvo... Fp 3.14



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