Rádio Rhema Online

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

A NOBRE MISSÃO DE ENSINAR... E SEUS CUIDADOS.


Devocional de terça-feira para Professores da Escola Céu Azul
Texto de referência – Atos 13.1-12

1. E na igreja que estava em Antioquia havia alguns profetas e doutores, a saber: Barnabé e Simeão chamado Níger, e Lúcio, cireneu, e Manaém, que fora criado com Herodes o tetrarca, e Saulo.

Em todo o tempo, sempre houve e sempre haverá a necessidade de pessoas para ensinar. Ensinar, no entanto, vai além do mero transmitir conhecimento ou de uma aptidão física e intelectual. Ensinar é uma vocação; uma missão divina. (2 Cr.17.91; 1 Tm.4.11)

2. E, servindo eles ao Senhor, e jejuando, disse o Espírito Santo: Apartai-me a Barnabé e a Saulo para a obra a que os tenho chamado.

Tal qual para a evangelização, o chamamento para o ensino parte Daquele que tem Autoridade para fazê-lo e envolve serviço, dedicação e “sacrifício” daquele que é chamado. (1 Tm.4.15; 2 Tm.3.14; 4.13)

3. Então, jejuando e orando, e pondo sobre eles as mãos, os despediram.

A vocação para o ensino não deve ser autônoma ou ensimesmada, mas reconhecida e chancelada por outros mestres. (2 Tm.2.2)

4. E assim estes, enviados pelo Espírito Santo, desceram a Selêucia e dali navegaram para Chipre.

O sucesso do professor consiste em viver uma vida de comunhão e dependência do Espírito Santo. É Ele quem nos “faz lembrar”. (Jo.14.26)

5. E, chegados a Salamina, anunciavam a palavra de Deus nas sinagogas dos judeus; e tinham também a João como cooperador.

Ninguém é autossuficiente quando o assunto é ensinar. Sempre haverá a necessidade de auxiliares para o bom andamento da obra. O bom professor saberá reconhecer o valor desses cooperadores. (2 Tm.4.11)

6. E, havendo atravessado a ilha até Pafos, acharam um certo judeu mágico, falso profeta, chamado Barjesus,

Assim como os mestres genuínos, há também os falsos mestres. Precisamos estar atentos a estes, pois são um perigo para a obra. (2 Pe.2.1)

7. O qual estava com o procônsul Sérgio Paulo, homem prudente. Este, chamando a si Barnabé e Saulo, procurava muito ouvir a palavra de Deus.

Sempre haverá pessoas dispostas a ouvir o que o professor tem a ensinar, quando o seu ensino é bem elaborado, bem dirigido, eficaz e pautado nas verdades divinas. (Jo.8.2; At.25.22)

8. Mas resistia-lhes Elimas, o encantador (porque assim se interpreta o seu nome), procurando apartar da fé o procônsul.

Não se iluda! Quando você se dedica a fazer o melhor para Deus e a oferecer o melhor de si para o bem daqueles a quem ensina, sofrerá resistência e oposição. (Fp.1.28; 2Tm.4.15)

9. Todavia Saulo, que também se chama Paulo, cheio do Espírito Santo, e fixando os olhos nele,

O bom professor não se deixa enganar, pois é dirigido pelo Senhor e não teme encarar e desmascarar seus opositores. (2 Tm.4.15)

10. Disse: Ó filho do diabo, cheio de todo o engano e de toda a malícia, inimigo de toda a justiça, não cessarás de perturbar os retos caminhos do Senhor?       

O falso mestre não apenas desvirtua o aluno, ele transgride contra Deus, contra a Verdade, contra a Sociedade, contra a Justiça. Ele perturba o bom andamento e a boa ordem das coisas. (2 Tm.4.3-4)

11. Eis aí, pois, agora contra ti a mão do Senhor, e ficarás cego, sem ver o sol por algum tempo. E no mesmo instante a escuridão e as trevas caíram sobre ele e, andando à roda, buscava a quem o guiasse pela mão.

O falso mestre é cego “em si mesmo”. Foi cegado pelo engano, por isso anda em trevas. E, a menos que haja arrependimento e mudança de comportamento, andará sempre à roda, sem ver a Luz da Verdade e sem ter quem o guie. (Mt.15.14; Lc.6.39; 2 Tm.3.13; Jd.11, 13)

12. Então o procônsul, vendo o que havia acontecido, creu, maravilhado da doutrina do Senhor.

A tarefa do bom professor é “revelar” - por palavras e obras - aos seus alunos, a verdade acerca de Deus, de seus caminhos, de sua criação, de suas maravilhas. Feito isso, terá cumprido a sua Missão! (Jó 42.5; Mt.28.20)

Prossigo para o Alvo... Fp. 3.14

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