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segunda-feira, 8 de setembro de 2014

SOBRE POLÍTICOS E MAÇÃS...


Quando o assunto é política, dificilmente haverá consenso em todas as esferas sociais, mesmo entre as famílias ou membros de uma comunidade. Ontem, por exemplo, tive a oportunidade de debater e discorrer sobre diferentes pontos de vista com meu filho mais velho e também com minha esposa a respeito do tema.

A questão era se devemos ou não apoiar candidatos evangélicos ao pleito eleitoral e, em que grau de comprometimento – já que nem sempre conhecemos profundamente suas propostas, seus projetos, suas ambições.

É sabido de todos que alguns “irmãos candidatos” só “dão as caras” em época de eleição. Outros não conseguem dizer, sequer, a que vieram. Sem falar, é claro, dos inúmeros casos de “irmãos” que decepcionaram ou deixaram desacreditada a comunidade cristã após galgarem os patamares da política. Mas, daí a nivelarmos todos por baixo, não me parece justo para com os de boa mente e, sobretudo, de boa reputação.

A verdade é que nós cristãos não fomos e não somos ensinados a debater, entender e, sobretudo, a participar de maneira efetiva do processo político do qual, invariavelmente, todos fazemos parte. Daí porque nos acostumamos a lugares comuns, do tipo: “Todo político é ladrão”; ou: “Todo aquele que se envolve com política se deixa corromper”; ou: “Basta uma maça podre para estragar toda uma caixa”...

A certa altura, argumentava eu com meu filho: “Sabendo que alguns pastores (sic) são mentirosos, corruptos, aproveitadores, roubadores, adúlteros, seria justo presumir que todos o sejam, ou que aqueles que almejam o episcopado poderiam, potencialmente, vir a ser como um daqueles, pelo simples (sic) fato de se tornarem pastores?”. A resposta foi que “Não”.

É exatamente este o ponto! Nem todos são "maçãs podres"!

Ao exercermos o legítimo direito-dever de escolher, através do VOTO, qual ou quais membros da sociedade deverão nos representar no âmbito da política, estamos, de certa forma, alternado “as maçãs da caixa”. Este é um segredo (sic) que muitos ainda não descobriram.

Agora imagine uma caixa com 513 maçãs (há caixas com números que variam de 81 a apenas 1 por caixa), dentre as quais metade delas estivesse podre, cabendo a você a missão de substituir – de tempos em tempos – uma única (sic) maçã, descartando a que fora tirada. Você substituiria uma “maçã boa” por uma “maçã podre” ou uma “maçã podre” por uma “maçã boa”?

Pois bem! Precisamos acreditar que a troca gradual e contínua das “maças podres” possa, de alguma forma, redundar em uma bela caixa de “boas maças” e que está em nossas mãos (dedos) o poder de substituir aquelas que envenenam e apodrecem a política deste país.

Pense nisto na hora de escolher, apoiar ou ajudar a eleger um candidato.

Prossigo para o Alvo... Fp.3.14

quarta-feira, 21 de março de 2012

JUVENTUDE, FAMA, DINHEIRO... E O FUTURO?

ThinkStock
Para jovens, dinheiro e fama são mais importantes do que ajudar o próximo, diz estudo.

Do UOL, em São Paulo

De tempos em tempos nosso comportamento muda de acordo com a geração que vivemos e nos tornamos. Mas isso não quer dizer que melhoramos com o passar do tempo. Uma pesquisa realizada por 40 anos e com 9 milhões de jovens foi publicada este mês no "Journal of Personality and Social Psychology", e mostra que mudamos para pior.

De acordo com o estudo, desde a geração do "baby boom" --nascidos entre 1946 e 1961, que foram jovens durante as décadas de 60 e 70-- houve uma queda significante do interesse dos jovens americanos na participação política, preocupação com o meio ambiente e com o próximo.

Comparado a geração dos "baby boomers", as gerações posteriores consideram objetivos relacionados com valores como dinheiro, imagem e fama, mais importantes do que aqueles relacionados com autoaceitação, afiliação e comunidade.

Mesmo com os resultados do estudo mostrando que a geração Y --nascido entre 1983 e 1990-- está mais disposta a se voluntariar na escola ou participar de programas de serviço comunitário na faculdade, os autores afirmam que esta tendência está ligada à imposição desses serviços para que o aluno possa se formar. O desejo de salvar o meio ambiente, área considerada de especial interesse para a geração Y, revelou-se com uma das maiores quedas: a falta de esforço é três vezes maior do que a dos "baby boomers".

E o futuro? Os próprios pesquisadores se questionam na conclusão do estudo: " Será que a geração seguinte, os nascidos após 2000 ,irão continuar estas tendências ou revertê-las?"

Fonte: UOL Mulher, via BOL Notícias.


PARA REFLETIR:
“Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons, traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus, tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. Destes afasta-te.”  (2Tm 3:2-5).

Prossigo para o Alvo... Fp 3.14

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